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Província de Montenegro situa-se na Península
Balcânica e tem sua origem em Cetinje (antiga capital
do reino montenegrino).
As Irmãs exercem, hoje, suas atividades não
só em regiões da Nova Iugoslávia (Montenegro
e Kosovo), como também, na Albânia, Croácia,
Áustria, Alemanha e Estados Unidos.
Em 1946, a Iugoslávia (dividida em seis Repúblicas
Sérvia, Croácia, Eslovênia, Montenegro,
Bósnia-Herzegnovina e Macedônia) estava, há
um ano, sob o regime comunista. Neste período a Superiora
Provincial da Eslovênia recebeu o pedido do Dr. Popovic,
médico de Montenegro, para ajudar num sanatório
de tuberculosos, que seria fundado em Cetinje. Na Eslovênia,
em Golnil, as Irmãs trabalhavam, também, em
um sanatório, mas foram expulsas e presas pelo regime
comunista.
O começo em Montenegro foi difícil para as Irmãs,
mas os médicos e a população, de pouquíssimos
católicos, desde o início, mostraram sua estima
pelas "Irmãs silenciosas" que, não
tardou, foram chamadas a assumir outros hospitais.
Logo, muitas jovens decidiram entrar na Congregação.
A primeira recepção deu-se às 4 horas
da manhã, às portas fechadas para não
despertar suspeitas nos agentes comunistas.
Em 1965 aconteceu a divisão da Província em
duas: a do norte: Eslovênia e a do sul, Montenegro com
sede em Cetinje.
No meio de uma população com grandes diferenças
religiosas, sendo a grande maioria ortodoxa e mulçumana
e uma minoria de católicos, as Irmãs se dedicam
à enfermagem, à visita aos idosos e, mais precisamente,
à assistência aos católicos.
Na Iugoslávia (hoje formada pelas repúblicas
da Sérvia e de Montenegro) as guerras de independência
das demais repúblicas trouxeram muitos sofrimentos
para as Irmãs e o povo. Montenegro serviu de refúgio
para muitos fugitivos, principalmente de Kosovo. As Irmãs
mantiveram sua dedicação o tempo todo: recebiam
a todos, providenciando alojamento, alimentos, roupas, calçados
e remédios que recebiam de organizações
internacionais.
Desde 1992 desenvolvem, na Albânia, um trabalho de assistência
aos doentes e idosos e, também, um trabalho de recristianização
da população, marcada por tantos anos de comunismo
ateísta.
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